"É interessante quanta energia pode deter uma casa.
Sozinha, as paredes me olham e as sombras de coisas que não vejo me seguem.
A menina do retrato se parece comigo, me olha como se me conhecesse, no fundo da alma, dilata a pupila.
Como se ajudasse, ando às pressas, sem me voltar para trás, com o coração a mil. Abre a porta, acende a luz, quem está aí?
Nenhum som.
Tropeço no vazio, apoio no infinito.
Nada parece real, com exceção dos batimentos cardíacos que parecem estar disputando uma vaga no Guinness Book.
Olhos cerrados, livrai-nos de todo e qualquer mal... Amém."
Sozinha, as paredes me olham e as sombras de coisas que não vejo me seguem.
A menina do retrato se parece comigo, me olha como se me conhecesse, no fundo da alma, dilata a pupila.
Como se ajudasse, ando às pressas, sem me voltar para trás, com o coração a mil. Abre a porta, acende a luz, quem está aí?
Nenhum som.
Tropeço no vazio, apoio no infinito.
Nada parece real, com exceção dos batimentos cardíacos que parecem estar disputando uma vaga no Guinness Book.
Olhos cerrados, livrai-nos de todo e qualquer mal... Amém."
Larissa Leal
noooooooooooossa priima que profundoo
ResponderExcluirgoostei do Guinnes Book :D
beijos
Amei o texto Adri. Apesar que adoro ficar sozinha... bjs gata.
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